No filme Contágio, de 2011, um vírus
infecta e mata 26 milhões de pessoas. Mesmo aqueles que escapam do vírus
são infectados por algo mais: o medo paralisante. Para conter a
infecção, as forças armadas impõem uma quarentena: As pessoas ficam em
casa, recusando-se a interagir com qualquer um que não seja da família.
Tocar qualquer objeto ou pessoa torna-se um risco, porque o vírus está
em todos os lugares.
As formigas agem diferente. Quando um fungo
mortal infecta uma colônia, os insetos saudáveis não expulsam seus
companheiros doentes. Em vez disso, eles recebem o contágio, lambendo
seus vizinhos para remover os esporos do fungo antes que os patógenos
brotem e cresçam. Aparentemente esse tipo de higiene dilui a infecção,
tornando-a mais fraca na colônia. Em vez de deixarem seus companheiros
infectados lidarem com a infecção sozinhos e morrerem, as formigas
saudáveis compartilham seu fardo e infectam todos na colônia com uma
dose pequena do fungo, o suficiente para que o sistema imune de cada
indivíduo consiga lidar com ele. Esse tipo de “imunização social”
prepara também o sistema imune das formigas saudáveis para lutar contra a
infecção. Essas são as conclusões de um novo estudo publicado na edição
de 3 de abril da PLoS Biology.
Em negrito o trecho que mais me chamou a atenção. Um bom exemplo a ser seguido de uma sociedade onde cada indivíduo tem seu papel. E cada um deles procura executar bem sua função visando o melhor para todos. Incrível como a Sabedoria Divina deixa pequenos recados mesmo através desses pequenos e "irracionais" seres a nós que nos gabamos de sermos pensadores. Reparem que compartilhar o fardo, a dor, o sofrimento converte-se em benefícios para todos, sem deixar ninguém para morrer.
Não escrevo muito dessa vez? Não.... preciso?
Abraço
Hoje vivemos correndo: trabalho, casa, universidade, tantos compromissos. É preciso fazer PAUSAS PARA REFLEXÃO ou seremos engolidos pelo mundo. Sintam-se a vontade para comentar ou criticar, pois estarão a pausar para refletir e me farão pausar para refletir
"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho"- Mário Quintana
terça-feira, 10 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Hannah Meredith - Carta de Despedida
Esta carta foi escrita por Hannah Meredith, uma menina de dezesseis anos. Ela era viciada em heroína, uma droga bastante pesada. Essa carta´ela se propõe a se despedir da droga.
Cara heroína
Eu nunca mais quero te tocar. Você arruinou a minha vida, me fez roubar minha família, estou em liberdade condicional por sua causa. Porque eu escolhi você, eu não sei?
Você é a pior coisa que já entrou na minha vida. Sim, eu te amei. Mas agora é hora de dizer adeus. Eu estou muito envergonhada de mim mesma por sua causa.
Eu te odeio três vezes, você é um grande risco para qualquer pessoa. Então eu vou ser forte e ficar longe de você e nunca tocá-la novamente.
Minha família me apoiou todo o tempo, mas eu simplesmente aproveitei-me dela. Roubei a minha mãe, avô... roubei dinheiro deles. Ele está ficando velho agora, e olha o que você me fez fazer, meu avô - £ 120 roubados dele, uma vez mais por sua causa.
Eu amo minha família, do fundo do meu coração. Não é bom ser chamado de drogada. É uma sensação horrível, você me faz sentir tão pequena.
Bem, eu me sinto pequena, você me fez sentir como se eu valesse nada, apenas uma drogada suja.Você está fora da minha vida agora, não preciso de você mais.
Sim, você já estragou-me quase dois anos e meio da minha vida, mas eu ainda tenho minha vida toda à minha frente e eu vou provar a todos que eu posso ficar longe de você, indo para a faculdade,conseguir um emprego e um carro.
Então tomo a minha vida para obter a confiança da minha família de volta. Paro de me ofender, que é a única coisa que eu estava fazendo com o seu vício sujo.
Você me deixa doente. Eu amei o seu zumbido, mas você não vale a pena. Perdi minha família, pensando em você.
Mas não mais, eu vou ter certeza que você fique longe de mim, e eu vou ficar longe de você. Fui educada por uma família boa, não uma má. Sim, eu tive muitos problemas na minha vida, foi muito ruim, na verdade, tudo por causa de você (heroína), (smack)!
Você é uma assassina, você matou um monte de gente boa. Tenho sorte que você não me colocou em uma caixa de cemitério.
Perdi amigos e isso me machuca, às vezes eles esquecem de mim, porque eles sabem que eu estou com você, não é bom quando eu tenho pequenos furos nos meus braços e as marcas de marcas,
Leve as doenças que vêm quando eu uso você os seus efeitos também: os calafrios, ansiedades. É o pior sentimento que você me fez passar, sendo mau maior você. Queria me matar algumas vezes porque eu não poderia ir com essas doenças.
Bem, adivinhe (heroína). Eu posso vencê-la a qualquer momento. Eu posso controlar você. Você não me controla.
Eu tenho bastante força de vontade para tirar você da minha vida para sempre. Eu sou forte e muito mais forte do que você pode nunca ser.
Eu não estou perdendo nada sem você. Adeus heroína.
Nunca mais. Família vem em primeiro lugar.
Hannah Meredith
Hannah Meredith faleceu em outubro de 2008 aos dezesseis em decorrência de uma overdose de heroína. Consumiu essa droga por dois anos. Semanas depois, a família encontrou essa carta escrita por ela datada de algumas semanas antes do seu falecimento.
Apenas reflitam.......
Wilian
Cara heroína
Eu nunca mais quero te tocar. Você arruinou a minha vida, me fez roubar minha família, estou em liberdade condicional por sua causa. Porque eu escolhi você, eu não sei?
Você é a pior coisa que já entrou na minha vida. Sim, eu te amei. Mas agora é hora de dizer adeus. Eu estou muito envergonhada de mim mesma por sua causa.
Eu te odeio três vezes, você é um grande risco para qualquer pessoa. Então eu vou ser forte e ficar longe de você e nunca tocá-la novamente.
Minha família me apoiou todo o tempo, mas eu simplesmente aproveitei-me dela. Roubei a minha mãe, avô... roubei dinheiro deles. Ele está ficando velho agora, e olha o que você me fez fazer, meu avô - £ 120 roubados dele, uma vez mais por sua causa.
Eu amo minha família, do fundo do meu coração. Não é bom ser chamado de drogada. É uma sensação horrível, você me faz sentir tão pequena.
Bem, eu me sinto pequena, você me fez sentir como se eu valesse nada, apenas uma drogada suja.Você está fora da minha vida agora, não preciso de você mais.
Sim, você já estragou-me quase dois anos e meio da minha vida, mas eu ainda tenho minha vida toda à minha frente e eu vou provar a todos que eu posso ficar longe de você, indo para a faculdade,conseguir um emprego e um carro.
Então tomo a minha vida para obter a confiança da minha família de volta. Paro de me ofender, que é a única coisa que eu estava fazendo com o seu vício sujo.
Você me deixa doente. Eu amei o seu zumbido, mas você não vale a pena. Perdi minha família, pensando em você.
Mas não mais, eu vou ter certeza que você fique longe de mim, e eu vou ficar longe de você. Fui educada por uma família boa, não uma má. Sim, eu tive muitos problemas na minha vida, foi muito ruim, na verdade, tudo por causa de você (heroína), (smack)!
Você é uma assassina, você matou um monte de gente boa. Tenho sorte que você não me colocou em uma caixa de cemitério.
Perdi amigos e isso me machuca, às vezes eles esquecem de mim, porque eles sabem que eu estou com você, não é bom quando eu tenho pequenos furos nos meus braços e as marcas de marcas,
Leve as doenças que vêm quando eu uso você os seus efeitos também: os calafrios, ansiedades. É o pior sentimento que você me fez passar, sendo mau maior você. Queria me matar algumas vezes porque eu não poderia ir com essas doenças.
Bem, adivinhe (heroína). Eu posso vencê-la a qualquer momento. Eu posso controlar você. Você não me controla.
Eu tenho bastante força de vontade para tirar você da minha vida para sempre. Eu sou forte e muito mais forte do que você pode nunca ser.
Eu não estou perdendo nada sem você. Adeus heroína.
Nunca mais. Família vem em primeiro lugar.
Hannah Meredith
Hannah Meredith faleceu em outubro de 2008 aos dezesseis em decorrência de uma overdose de heroína. Consumiu essa droga por dois anos. Semanas depois, a família encontrou essa carta escrita por ela datada de algumas semanas antes do seu falecimento.
Apenas reflitam.......
Wilian
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Disciplina e Equilíbrio
Durante o período que atuei em Vitória, fiz algumas visitas a algumas comunidades terapêuticas. Todas elas eram ligadas a alguma religião (católica ou evangélica). Muitas dessas comunidades viviam de doações e suas instalações ofereciam o mínimo de conforto e dignidade aos dependentes em recuperação.
Acompanhei muitos casos de recuperação, e sempre me perguntava como era esse Milagre. Conversava com os internos, voluntários e funcionários dessas comunidades. Dessas conversas percebi que tinha sim a condição necessária e obrigatória da vontade do interno em deixar o vício. Também percebi que o dependente recebe um treinamento para viver a sobriedade. Nesse treinamento, destaco o resgate da DISCIPLINA. Sim, ela é fundamental. A disciplina em pequenas atitudes como a obediência a horários para cada atividade, o que inclui o lazer. Nessas comunidades é notório a exigência para o cumprimento de horários, e atividades em uma ordem pré-determinada, e entendi que uma das primeiras características que um dependente perde é a disciplina.Perde, pois a dependência química domina todo o corpo e mente. E o que a disciplina tem haver com sobriedade? Sempre associei Sobriedade com Equilibrio. Tudo aquilo que nos tira do equilíbrio, nos tira da sobriedade, e para ter equilíbrio é preciso disciplina na vida.
A disciplina nos prepara para aquilo que nos será negado na vida, para enfrentar com equilíbrio as decepções da vida. Enfim, ela nos mostra que nem tudo pode ser da maneira que desejamos. Lembro-me que um professor, na época do ensino médio, certa vez disse "Vocês precisam se perguntar: Para quê o mundo me serve". Essa afirmação dele sempre me incomodou, pois sempre entendi como um convite ao egoísmo. Se não devemos ser condicionados totalmente para o mundo, também temos de pensar como contribuir para a construção de uma sociedade melhor. Somente com boa disciplina uma pessoa é capaz de renunciar algo que lhe agrada para o bem comum.
Fico a pensar quantos acidentes, tragédias e assassinatos não poderiam ter sido evitados se houvesse um compromisso da sociedade para com a disciplina. E quando menciono disciplina, não confundam com autoritarismo. Não é são a mesma coisa. A disciplina implica não somente em cumprir regras, mas compreender os valores de cada regra. Uma vez que se conhece o valor da regra, passa haver um sentido para cumprir essa regra, e manter o equilíbrio. Ou seja, disciplinar é MUITO mais trabalhoso que ser autoritário, pois imlica em ensinar, em educar, em AMAR!
Numa sociedade que muitas vezes prega a não repreensão, mesm que com caridade e amor, acredito que é preciso nadar contra essa correnteza, uma correnteza que leva a indisciplina e desequilíbrio.
Forte Abraço!!!
Acompanhei muitos casos de recuperação, e sempre me perguntava como era esse Milagre. Conversava com os internos, voluntários e funcionários dessas comunidades. Dessas conversas percebi que tinha sim a condição necessária e obrigatória da vontade do interno em deixar o vício. Também percebi que o dependente recebe um treinamento para viver a sobriedade. Nesse treinamento, destaco o resgate da DISCIPLINA. Sim, ela é fundamental. A disciplina em pequenas atitudes como a obediência a horários para cada atividade, o que inclui o lazer. Nessas comunidades é notório a exigência para o cumprimento de horários, e atividades em uma ordem pré-determinada, e entendi que uma das primeiras características que um dependente perde é a disciplina.Perde, pois a dependência química domina todo o corpo e mente. E o que a disciplina tem haver com sobriedade? Sempre associei Sobriedade com Equilibrio. Tudo aquilo que nos tira do equilíbrio, nos tira da sobriedade, e para ter equilíbrio é preciso disciplina na vida.
A disciplina nos prepara para aquilo que nos será negado na vida, para enfrentar com equilíbrio as decepções da vida. Enfim, ela nos mostra que nem tudo pode ser da maneira que desejamos. Lembro-me que um professor, na época do ensino médio, certa vez disse "Vocês precisam se perguntar: Para quê o mundo me serve". Essa afirmação dele sempre me incomodou, pois sempre entendi como um convite ao egoísmo. Se não devemos ser condicionados totalmente para o mundo, também temos de pensar como contribuir para a construção de uma sociedade melhor. Somente com boa disciplina uma pessoa é capaz de renunciar algo que lhe agrada para o bem comum.
Fico a pensar quantos acidentes, tragédias e assassinatos não poderiam ter sido evitados se houvesse um compromisso da sociedade para com a disciplina. E quando menciono disciplina, não confundam com autoritarismo. Não é são a mesma coisa. A disciplina implica não somente em cumprir regras, mas compreender os valores de cada regra. Uma vez que se conhece o valor da regra, passa haver um sentido para cumprir essa regra, e manter o equilíbrio. Ou seja, disciplinar é MUITO mais trabalhoso que ser autoritário, pois imlica em ensinar, em educar, em AMAR!
Numa sociedade que muitas vezes prega a não repreensão, mesm que com caridade e amor, acredito que é preciso nadar contra essa correnteza, uma correnteza que leva a indisciplina e desequilíbrio.
Forte Abraço!!!
sábado, 14 de janeiro de 2012
Sobre a Oração
Ao contrário devemos nos convencer e aprender que este compromisso
espiritual, que une o céu e a terra, tem uma força interior. E um meio
para chegar à afirmação da justiça é comprometer-se a orar, porque desta
maneira se transforma em minha educação e do outro para a justiça.
Devemos, em resumo, reaprender o sentido social da oração
Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI
Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Um certo judeu
Recordo-me de um judeu que viveu a cerca de 2000 anos, não me apego a
precisão de datas, e nem Ele se apegava. Numa sociedade dominada pelo
cumprimento da lei de forma rigorosa e intolerante, maix até do que
hoje, Ele levantou a Sua voz para que as pessoas cumprissem a lei com
Amor a Vida. Ele pregou que o cumprimento da lei, tem sim um cunho
disciplinar, mas que não pode agredir a vida. Ele procurava ensinar que
as pessoas procurassem entender o valor, o significado de cada lei a
partir do Amor.Que a lei maior é o Amor, e que se as demais leis não
estiverem debaixo dessa, eram leis vazias. Talvez tenha sido por isso
que Ele atraiu tanto os excluídos de Sua época.
Pena que alguns hoje, e em outras épocas, usam o Seu nome para justificarem guerras e agressões. Usam os valores disciplinas que Ele ensinou para agredir, e não para ensinar a agir com Amor. É uma pena que na preguiça, esses poucos não se aprofundam nos ensinamento Desse judeu, e se tornaram intolerantes. Pena que esses alguns é que são citados na mídia, e os outros muitos que procuram seguir o legado Desse judeu são esquecidos e confundidos com aqueles poucos. Também é uma pena que alguns por não concordarem com alguns aspectos relacionados a esse judeu, esquecem de olharem e pensarem um pouco sobre os ensinamentos desse judeu.
Como Esse judeu morreu? Sinceramente, sou mais fixado nos ensinamentos Dele. O nome Dele? Era um tal de Jesus, passou parte da Sua vida em Nazaré e gostava muito de andar pela Galiléia. O que Ele é para mim? Talvez, o que Ele é para mim, não seja o mesmo que Ele é para você. No entanto, um papel, não o único e principal, que Ele tem na minha vida é a de Mestre. Ele tem muita coisa boa a ensinar, dentre elas a Amar
Abraço!!!!!!!!
Pena que alguns hoje, e em outras épocas, usam o Seu nome para justificarem guerras e agressões. Usam os valores disciplinas que Ele ensinou para agredir, e não para ensinar a agir com Amor. É uma pena que na preguiça, esses poucos não se aprofundam nos ensinamento Desse judeu, e se tornaram intolerantes. Pena que esses alguns é que são citados na mídia, e os outros muitos que procuram seguir o legado Desse judeu são esquecidos e confundidos com aqueles poucos. Também é uma pena que alguns por não concordarem com alguns aspectos relacionados a esse judeu, esquecem de olharem e pensarem um pouco sobre os ensinamentos desse judeu.
Como Esse judeu morreu? Sinceramente, sou mais fixado nos ensinamentos Dele. O nome Dele? Era um tal de Jesus, passou parte da Sua vida em Nazaré e gostava muito de andar pela Galiléia. O que Ele é para mim? Talvez, o que Ele é para mim, não seja o mesmo que Ele é para você. No entanto, um papel, não o único e principal, que Ele tem na minha vida é a de Mestre. Ele tem muita coisa boa a ensinar, dentre elas a Amar
Abraço!!!!!!!!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Juridicialização da Vida vs Profeta Gentileza
Nos anos 80, no Rio de Janeiro, houve uma figura bastante carismática chamado profeta Gentileza. Tido por muitos como um maluco, sua frase favorita era: Gentileza gera gentileza. No entanto, ele inspirou alguns cariocas a estarem mais atentos a gentileza. Muitos afirmam que ele mesmo não era uma pessoa muito gentil, agredindo verbalmente, por exemplo, mulheres que usavam roupas minimalistas. Contudo, mesmo que ele realmente não fosse uma pessoa tão gentil, essa máxima dele é inválida?
Eu penso que não. Acredito firmemente que essa máxima dele é bem atual. Percebo que a sociedade de forma geral está adotando a intolerância como regra de vida. Temos grupos intolerantes agindo em todos os segmentos da sociedade. Esses grupos chegam a usar de violência contra os seus opositores, vistos até mesmo como inimigos. No intuito de combater tal intolerância, há um movimento que busca na legislação o apoio para punir esses grupos intolerantes.
Exigem a criação de leis rigorosas para punir os intolerantes. Contudo, os projetos de lei que defendem são tão intolrantes quanto os grupos que combatem. Inclusive em alguns discursos de pessoas ligadas ao poder público é possível notar a presença da expressão: "não vamos tolerar".
Esse movimento de criação de leis e mais leis me preocupa, uma vez que é notado um avanço cada vez maior da Juridicialização da Vida, onde qualquer problema ou desentendimento é resolvido nos tribunais, por meio de advogados, e tudo é motivo para entrar com um processo contra uma outra pessoa. Estamos diminuindo cada vez mais o espaço para o bom senso, para resolver desavenças com uma conversa ou mesmo um simples pedido de desculpas. Temo que em breve não haverá mais espaço para um simples pedido de desculpas. Não há mais espaço para a gentileza, a tolerância, um bom pedido de desculpas.
Sempre usei esse espaço para defender uma reflexão por parte da sociedade sobre "CAUSAS" e não simplesmente combater o "EFEITO". É como cuidar de um jardim com várias ervas daninhas. Se nós simplesmente cortamos a parte da erva daninha que vemos, aquela erva crescerá de novo, e suas raízes continuarão a crescer e se espalhar por baixo da terra, favorecendo o nascimento de outras ervas. No entanto, se arrancamos inclusive a raiz, aquela erva não vai mais crescer. Entretanto, arrancar as raizes requer muito mais trabalho que poder a prte visivel. é preciso cavar a terrar, removê-la para ncontrar cada ramo da raiz. É um trabalho que requer muita dedicação.
Volto a mencionar novamente a tendência dos governos, de forma geral, de buscar soluções fáceis. E a verdade é que a criação de leis de punição são mais fáceis que buscar os motivos para a intolerância.
Sim, volto a necessidade da busca pelas causas, e assim como deixei no post anterior, volto a necessidade de voltar a atenção para o núcleo social mais básico: família e amigos. Pois, se uma pessoa é tão intolerante, a pergunta é: Onde aprendeu? O que o levou a seguir esse caminho? Talvez se ensinássemos a gentileza, a tolerância, a caridade, a misericórdia, honestidade e bondade às crianças, se dermos assistência social, psicológica as famílias, talvez não precisaríamos de tantas leis para prender essas crianças no futuro.
Abraço!!!
Eu penso que não. Acredito firmemente que essa máxima dele é bem atual. Percebo que a sociedade de forma geral está adotando a intolerância como regra de vida. Temos grupos intolerantes agindo em todos os segmentos da sociedade. Esses grupos chegam a usar de violência contra os seus opositores, vistos até mesmo como inimigos. No intuito de combater tal intolerância, há um movimento que busca na legislação o apoio para punir esses grupos intolerantes.
Exigem a criação de leis rigorosas para punir os intolerantes. Contudo, os projetos de lei que defendem são tão intolrantes quanto os grupos que combatem. Inclusive em alguns discursos de pessoas ligadas ao poder público é possível notar a presença da expressão: "não vamos tolerar".
Esse movimento de criação de leis e mais leis me preocupa, uma vez que é notado um avanço cada vez maior da Juridicialização da Vida, onde qualquer problema ou desentendimento é resolvido nos tribunais, por meio de advogados, e tudo é motivo para entrar com um processo contra uma outra pessoa. Estamos diminuindo cada vez mais o espaço para o bom senso, para resolver desavenças com uma conversa ou mesmo um simples pedido de desculpas. Temo que em breve não haverá mais espaço para um simples pedido de desculpas. Não há mais espaço para a gentileza, a tolerância, um bom pedido de desculpas.
Sempre usei esse espaço para defender uma reflexão por parte da sociedade sobre "CAUSAS" e não simplesmente combater o "EFEITO". É como cuidar de um jardim com várias ervas daninhas. Se nós simplesmente cortamos a parte da erva daninha que vemos, aquela erva crescerá de novo, e suas raízes continuarão a crescer e se espalhar por baixo da terra, favorecendo o nascimento de outras ervas. No entanto, se arrancamos inclusive a raiz, aquela erva não vai mais crescer. Entretanto, arrancar as raizes requer muito mais trabalho que poder a prte visivel. é preciso cavar a terrar, removê-la para ncontrar cada ramo da raiz. É um trabalho que requer muita dedicação.
Volto a mencionar novamente a tendência dos governos, de forma geral, de buscar soluções fáceis. E a verdade é que a criação de leis de punição são mais fáceis que buscar os motivos para a intolerância.
Sim, volto a necessidade da busca pelas causas, e assim como deixei no post anterior, volto a necessidade de voltar a atenção para o núcleo social mais básico: família e amigos. Pois, se uma pessoa é tão intolerante, a pergunta é: Onde aprendeu? O que o levou a seguir esse caminho? Talvez se ensinássemos a gentileza, a tolerância, a caridade, a misericórdia, honestidade e bondade às crianças, se dermos assistência social, psicológica as famílias, talvez não precisaríamos de tantas leis para prender essas crianças no futuro.
Abraço!!!
2012 - Insisto em um reflexão
Através de um texto enviado por um amigo tomei conhecimento de um caso de abuso de poder por parte de policiais. No texto, a vítima descrevia toda a sua revolta com os policiais. Esta revolta justifica-se pelo simples fato de um dos papeis da polícia é servir a população. Não é novidade que a polícia brasileira é muito mal preparada. Também não é novidade que há muito tempo a sociedade vem clamando por uma melhor preparação dos policiais para interagirem com a população.
Realmente existe uma grande necessidade nessa preparação dos policiais. No entanto, o problema é simplesmente a falta de preparo dos policiais? Como já defendi em outros textos deste blog, acredito que é preciso fazer um trabalho muito mais profundo. Um trabalho que exige mais que a intervenção do Estado através de leis, de avaliações psicosociais e acompanhamento psicológico. O trabalho que sempre defendi depende de uma reflexão da sociedade como um todo.
É claro que possivelmente a forma de exercer o poder que esses policiais detêm fora aprendida não na academia militar, mas no círculo social onde nasceram e cresceram. Vendo e vivenciando que o autoritarismo, poder e o medo são as formas de se obter respeito por parte de outras pessoas. Ou mesmo esses policiais foram atraidos por uma suposta estabilidade de emprego, onde ficariam a salvo das interpéries da economia, o que é defendido amplamente no seio familiar: PRESTAR UM CONCURSO PÚBLICO, PASSAR E OBTER A ESTABILIDADE FINANCEIRA.( Essa frase em maiúscula me preocupa MUITO e merece um texto futuro).
A intolerâncisa e autoritarismo que demosntram simplesmente refletem o que vivenciam há muito tempo nos seus círculos sociais e na família. Sinceramente, não acredito que o Estado seja capaz que atingir com total eficácia os circulos socais e familiares. Deixo claro que essa última frase não é uma crítica ao Estado ou ao governo, pois a profundidade da reflexão social que tenho em mente não está ao alcance do governo. Ela somente estã ao alcance de quem faz parte desses circulos. Essa reflexão social a que me refiro está focada nos valores que são cultivados nesses circulos sociais que passam pela gentileza, caridade, bom senso, tolerância, honestidade, etc.
Já defendi em outros posts que é preciso o resgate de valores ou resgatar a defesa desses valores dentro dos circulos sociais mais básicos. Atualmente, a sociedade preocupa-se em debater leis para criminalizar quem pratica atos de intolerância, ao invés de motivar a discussão social em torno desses "valores perdidos".
Acredito que passarei o ano defendendo e promovendo essa discussão nos posts ou nos circulos sociais de que faço parte. Insisto nessa reflexão, pois acredito que é a ÚNICA alternativa para uma sociedade melhor, para termos policiais que não abusem do poder. Sim, ensinar desde de o berço que respeito se adquire com generosidade, caridade, tolerância......
Realmente existe uma grande necessidade nessa preparação dos policiais. No entanto, o problema é simplesmente a falta de preparo dos policiais? Como já defendi em outros textos deste blog, acredito que é preciso fazer um trabalho muito mais profundo. Um trabalho que exige mais que a intervenção do Estado através de leis, de avaliações psicosociais e acompanhamento psicológico. O trabalho que sempre defendi depende de uma reflexão da sociedade como um todo.
É claro que possivelmente a forma de exercer o poder que esses policiais detêm fora aprendida não na academia militar, mas no círculo social onde nasceram e cresceram. Vendo e vivenciando que o autoritarismo, poder e o medo são as formas de se obter respeito por parte de outras pessoas. Ou mesmo esses policiais foram atraidos por uma suposta estabilidade de emprego, onde ficariam a salvo das interpéries da economia, o que é defendido amplamente no seio familiar: PRESTAR UM CONCURSO PÚBLICO, PASSAR E OBTER A ESTABILIDADE FINANCEIRA.( Essa frase em maiúscula me preocupa MUITO e merece um texto futuro).
A intolerâncisa e autoritarismo que demosntram simplesmente refletem o que vivenciam há muito tempo nos seus círculos sociais e na família. Sinceramente, não acredito que o Estado seja capaz que atingir com total eficácia os circulos socais e familiares. Deixo claro que essa última frase não é uma crítica ao Estado ou ao governo, pois a profundidade da reflexão social que tenho em mente não está ao alcance do governo. Ela somente estã ao alcance de quem faz parte desses circulos. Essa reflexão social a que me refiro está focada nos valores que são cultivados nesses circulos sociais que passam pela gentileza, caridade, bom senso, tolerância, honestidade, etc.
Já defendi em outros posts que é preciso o resgate de valores ou resgatar a defesa desses valores dentro dos circulos sociais mais básicos. Atualmente, a sociedade preocupa-se em debater leis para criminalizar quem pratica atos de intolerância, ao invés de motivar a discussão social em torno desses "valores perdidos".
Acredito que passarei o ano defendendo e promovendo essa discussão nos posts ou nos circulos sociais de que faço parte. Insisto nessa reflexão, pois acredito que é a ÚNICA alternativa para uma sociedade melhor, para termos policiais que não abusem do poder. Sim, ensinar desde de o berço que respeito se adquire com generosidade, caridade, tolerância......
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