Hoje vivemos correndo: trabalho, casa, universidade, tantos compromissos. É preciso fazer PAUSAS PARA REFLEXÃO ou seremos engolidos pelo mundo. Sintam-se a vontade para comentar ou criticar, pois estarão a pausar para refletir e me farão pausar para refletir
"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho"- Mário Quintana
domingo, 19 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Curvas da Vida - Clint Eastwood
Em mais uma noite de insônia assisto Curvas da Vida, com Clint Eastwood. Muito bom filme.
Mesmo não o dirigindo, é um filme bem ao estilo drama "Clint Eastwood", ou seja, trabalha a relação entre os protagonistas, no caso pai e filha. O perfil do personagem interpretado por ele na última década não muda, um senhor um tanto mal humorado e conservador
O interessante é que a frase de Sérgio Leoni (Trilogia dos dólares) a respeito dele se aplica a esses filmes "Clint Eastwood tem duas expressões: Com chapéu e sem chapéu". No entanto, a montagem do filme e a composição do personagem usa bem a expressividade "sem chapéu". Embora não seja um personagem que inspire muita simpatia, não há como não se comover em alguns momentos como o diálogo com a falecida esposa ao pé do túmulo da mesma. A sua feição carrancuda inclusive ajuda no momento em que ele demonstra desconforto em admitir que não é da ascendência que vem a capacidade da filha em advogar.
Quanto a Amy Adams, não compromete e não é um primor de interpretação como a filha que busca um lugar ao sol. Sua relutância inicial em ir ao encontro do pai e postura firme, simplesmente revela sua carência pela falta da companhia dele na sua infância.
O personagem de Justin Timberlake está lá só para o público teen feminino, e não acrescenta em nada o enredo, mas pelo menos também não compromete o filme. O restante do elenco oferece o suporte necessário para os dois protagonistas.
Enfim, mesmo não sendo o diretor, é de forma geral um filme de Clint Eastwood.
Difícil não gostar.
Mesmo não o dirigindo, é um filme bem ao estilo drama "Clint Eastwood", ou seja, trabalha a relação entre os protagonistas, no caso pai e filha. O perfil do personagem interpretado por ele na última década não muda, um senhor um tanto mal humorado e conservador
O interessante é que a frase de Sérgio Leoni (Trilogia dos dólares) a respeito dele se aplica a esses filmes "Clint Eastwood tem duas expressões: Com chapéu e sem chapéu". No entanto, a montagem do filme e a composição do personagem usa bem a expressividade "sem chapéu". Embora não seja um personagem que inspire muita simpatia, não há como não se comover em alguns momentos como o diálogo com a falecida esposa ao pé do túmulo da mesma. A sua feição carrancuda inclusive ajuda no momento em que ele demonstra desconforto em admitir que não é da ascendência que vem a capacidade da filha em advogar.
Quanto a Amy Adams, não compromete e não é um primor de interpretação como a filha que busca um lugar ao sol. Sua relutância inicial em ir ao encontro do pai e postura firme, simplesmente revela sua carência pela falta da companhia dele na sua infância.
O personagem de Justin Timberlake está lá só para o público teen feminino, e não acrescenta em nada o enredo, mas pelo menos também não compromete o filme. O restante do elenco oferece o suporte necessário para os dois protagonistas.
Enfim, mesmo não sendo o diretor, é de forma geral um filme de Clint Eastwood.
Difícil não gostar.
Assinar:
Comentários (Atom)